sexta-feira, 14 de agosto de 2009
AÇÃO SOCIAL - PROJETO NOVE
O programa de ação social “Projeto 9” terá como exemplo os grandes movimentos famosos pelo Brasil, como Ação Global e Criança 2000. Tendo esse programa como foco a criança carente das áreas rurais. Tendo em vista que poucas vezes as crianças de áreas rurais não tem a opção de se deslocar até o local de muitos programas de assistência social, tomo a iniciativa de levar o programa até as crianças. Os problemas com a educação brasileira e a falta de interesse do aluno se dão graças às oportunidades que são poucas. Se aumentarmos a oportunidade com qualidade, doando livros, fazendo oficinas de leitura, doando educação, produtos de higiene e mostrarmos que há mais lá fora do que os seus olhos podem ver, estaremos, talvez, dando a mão para ajudá-los a tornarem cidadãos, em sua melhor interpretação da palavra.
O projeto tem como idéias básicas incentivar a leitura por meio da doação de livros, manhãs recreativas com filmes, jogos educativos e estimulantes, ensino de história voltada para a cultura regional e a doação de produtos de higiene pessoal. Para isso, contaremos com educadores capazes, profissionais das mais diversas áreas que se interessarem em fazer a visita com o pessoal do projeto e antes de tudo, a doação dos parceiros.
COMO VOCÊ PODE AJUDAR O PROJETO 9 A SE CONCRETIZAR?
• Você, cidadão, tem um livro em boas condições e gostaria de doá-lo? Doe ao projeto.
• Você, empresário, o projeto não tem fins lucrativos, porém, precisamos gastar. A quantia que estiver ao seu alcance, será doada por uma boa causa.
• Você, comerciante, pode ajudar o projeto com cremes dentais, escovas de dentes, xampus, sabonetes e produtos do gênero.
Nota aos interessados: Todos os doadores receberão uma prestação de contas ao final de cada visita. Como já dito, o projeto não tem fins lucrativos e sim, educativos.
“Quando as crianças chorarem
Deixe-as saber que tentamos
Pois quando as crianças cantarem
Um mundo novo começa”
(When the children cry – White Lion)
Então deixemos que as crianças cantem, assim, começaremos um novo mundo.
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Nesse momento, só procuro companheiros pra entrarem de cabeça na idéia e tentar fazer a nossa parte, já que ninguém mais parece fazer!
Contato:
Meu Perfil no orkut
e-mail/msn: angelo_patriciosm@hotmail.com
segunda-feira, 27 de julho de 2009
O crime, castigo, a rendição e a reincidência.
domingo, 19 de julho de 2009
Ainda nos resta ideais?
Por que hoje olhamos para as carteiras de estudante e vemos um desconto de 50%, ao invés de se ver uma luta que não foi lutada por um ou dois, afinal, "sonho que se sonha só é só um sonho. Sonho que se sonha junto(...)" da resultado!
Será que você, quando vai pra um lugar, que por sua segurança decide proibir o uso de certo apetrecho ou acessório deve fazer uma revolução e boicotar tudo referente a tal lugar? Você usa sua influência para manter seu padrão, não para melhorá-lo. Qual o interesse nisso? Você tá tão conformado com o conformismo nos dado pelo capitalismo que prefere nem tentar pensar em mudar o sistema. Queria poder mostrar o que sinto toda vez que converso sobre a sociedade que vocês, mossorenses burrinhos, teem se tornado. A parcela idealizadora vem sendo sufocada pelo peso da hipocrisia. Pelos que querem o transito livre de havaianas dentro da neon, pelos que querem cidade junina a torto e direito, pelos que gritam que somos a capital da cultura. Pelo amor de D'us, dói avaliar o que não se passa de uma imbecilidade fútil e vergonhosa aos seus pais de uma necessidade real e justa?
Como dizia Silas: Eu fico puto, velho!
p.s. Puto por ter gente tão burra e esperta na face de Mossoró.
domingo, 5 de abril de 2009
Comida (pão), Cidade junina (circo)...
Pergunta: quem quer só comida e diversão hoje?
Resposta: Toda a sociedade?
Pergunta: Quem precisa de praça?
Resposta: Eu não, eu leio.
Pergunta: Quem precisa de cidade junina?
Resposta: Você e quem ganha dinheiro com ela? o0
Pense!
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Na ditadura havia mais vantagens sociais...
Prestem atenção nesse conto...
Era uma vez, um país muito, muito belo, grande e rico. Nele, a corrupção não tinha limites. Mas, sem limites também eram suas belezas naturais e culturais. Esse país chamou-se um dia de Brasil.
Nele, eu morava em um bairro de periferia, apesar de a minha condição financeira ser relativamente boa. Um belo dia à tarde, recebi a visita de Xexéu, um colega meu que morava aqui perto. Ele, ao contrario de mim, não tem condições de quase nada, dependia quase que totalmente do estado. Ele constantemente vem a minha casa, a gente assiste TV, escuta música e conversa muita merda.
Sei que ele não é único nesse país que depende de uma educação de lata. Uma educação que não ensina o seu hino nacional. Pois é, certa vez, quando ele estava em minha casa, eu tive a infelicidade de colocar o nosso hino pra tocar, e como forma de brincadeira eu perguntei: você conhece essa música? Pra total espanto, a sua resposta foi negativa. Naquele dia poderia ter ido dormir sem essa, fiquei com um peso na consciência, não por mim, mas pela minha nação. O que estavam fazendo com o meu país? Não havia mais o respeito pela bandeira, pelo nosso lábaro que ostenta o estrelado. O nosso verde louro não tinha significado pra aquela criança, mas não por opção dela, mas por falta de respeito aos cidadãos que viriam. Que culpa tinha uma criança de não saber que nos nossos bosques havia mais vida... Nenhuma.
Pobre vítima dos que são pseudo-educados. Sua educação não serviu pra educar quem precisa, não serviu pra mostrar que a nação é a segunda mãe de um cidadão, que seu hino é um símbolo que deve ser respeitado e amado, ou, no mínimo, conhecido. Passei o resto da noite angustiado, era altamente patriota, admirava meu povo mais do que tudo, porém, o desgosto que passei naquele dia, fez-me pensar onde estou vivendo.
Fim...
PS: nesse conto, quase ninguém viveu feliz para sempre, só os pertencentes as oligarquias dominadoras.
domingo, 7 de setembro de 2008
Independência ou Morte
"Indepedência ou morte"
Disse Dom Pedro em sua mula alazã!
"Morte, morte, morte"
Disseram seus fiéis súditos.
(no casseta e planeta)
Desde aquele dia, puz-me a pensar: se meus irmãos de pátria tivessem gritado pela morte? Dom Pedro se mataria sozinho pela nossa independência ou a democracia (covardia) reinaria?
Hoje, 7 de setembro de 2008, após 186 anos de Independência, ainda somos pseudo-patrióticos. Uma vez por ano, vamos as ruas assistir aos desfiles da nossa polícia mal paga, junta com as nossas forças armadas de pedra e estilingue. Algumas bandas tocam hinos de adoração a pátria, em troca de alguns reais furados.
Nosso sangue nunca correu por uma luta de verdade!
Começando pelo exemplo da família real: veio fugida pro Brasil! Nosso país tem uma história nada honrosa... Porque não é dado o devido valor aos cidadãos brasileiros que realmente lutaram por um Brasil soberano e capaz? Porque devemos lembrar Dom Pedro pela sua atitude, se ele apenas fez uma obrigação, ja que o Brasil tinha capacidade pra fazer muito mais! Quem lembra de Antônio Conselheiro ou João Cândido Felisberto como heróis?
Lembrem, lembrem dos hipócritas que querem nos afundar ainda mais, para nas nossas cabeças poderem pisar e terem um caminho mais fácil para o sucesso. Enquanto morremos de fome, os alimentamos em restaurantes caros! A honra está na humildade perdida, a humildade perdida perdeusse nos navios, nunca tivemos no Brasil!
Feliz 7 de setembro, o meu ta uma merda!
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Históricamente se contentando com pouco!

"Mãe sempre diz: meu filho faça algo nobre, você tem que terminar o que começou. Nada importa agora, sente, veja e aprenda!" Pois é Brasil, SENTE, VEJA E APRENDA! E APRENDA BASTANTE!!
Que lição a gente tira desses derrotados olímpicos (com todo respeito a cada atleta merecedor de participar das olímpiadas)? A lição de aprender o seu dever de casa, em casa. Se for preciso ir pra China pra perceber a debilidade educacional e moral do país, COB, os deixe em casa. O quadro olímpico internacional mostra o tamanho da vergonha brasileira! Por que apenas temos um ouro? O que a China tem que o Brasil não tem? O que os EUA tem que o Brasil não tem? Talvez vergonha na cara...
SENTE, VEJA E APRENDA!
domingo, 20 de julho de 2008
Já que tá liberado...
Pessoal, assim como a decisão do STE, esse post não passa de uma brincadeira de mal gosto.
Montagem por: Bárbara Medeiros
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Minha redação para UFERSA...
Ai vai minha humilde redação, espero que vocês gostem!
Em junho passado, o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou a proposta de que os cidadãos que estivessem respondendo a processo não podessem se candidatar a cargos eletivos. Assim, os que respondem a processos de improbidade administrativa, estelionato, desvio de dinheiro público, falsidade ideológica, peculiato, apropriação indébita e os demais crimes contra a administração pública, poderão se candidatar. (TEMA)
Para um político ser eleito, ficha suja não interfere em nada. É o que o STE decidiu. Mas experimente passar em um concurso público, onde o candidato mostra habilidades e inteligência, se você tiver a ficha suja por uma simples briga. No Brasil, infelizmente, encontram-se várias formas de fazer o brasileiro de palhaço, essa foi apenas mais uma. Quem já roubou dinheiro público, vai continuar roubando, não é necessário pesquisas pra provar esse fato. Há muito tempo, o "voto de cabresto" foi extinto, porém, foi deixado o cabresto, de recordação, e um brinde vermelho, esférico e de uso nazal pra ser carregado enquanto os representantes populares se portarem como expectadores em um circo onde a atração príncipal é o seu dinheiro, roubado por ladrões experientes e que não têm medo das supostas consequências.
Político no Brasil, só fica famoso de duas formas: Propaganda eleitoral marcante ou quando é pego com algum "gate" de dinheiro aberto pra ele. O que mais poderia ser esperado, já que o Brasil agora está mostrando sua cara.
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Espero que valha a minha aprovação na UFERSA!
Desejem Sorte pro Bruce aqui pow!
xD
domingo, 6 de julho de 2008
Nem tudo está perdido

Numa coisa onde o poder, teoricamente, é exercido pelo povo, não é de um todo ruim. Por isso fui pesquisar!
Descobri a democracia exercida na Suiça... Democracia Direta, qualquer forma de organização na qual todos os cidadãos podem participar diretamente no processo de tomada de decisões [wikipédia].
Na Suiça, não é totalmente direta, mas sim, semidireta.
Artigo retirado do Wikipédia.
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Na Suíça, maioria simples é suficiente nas cidades e estados (chamados cantões e semicantões (veja Cantões da Suíça). Já a nível nacional, podem ser necessárias "maiorias duplas", cuja intenção seria de confirmação de qualquer lei criada por um cidadão [1]
Maiorias duplas são, primeiramente, a aprovação pela maioria dos votantes e, depois, a maioria dos estados em que a votação teria sido aprovada. Uma lei criada por um cidadão não pode ser aprovada se a maioria das pessoas a aprova, mas não a maioria dos estados. A maioria dupla foi instituída em 1890, copiando-se o modelo vigente no congresso americano, onde os deputados votam representando as pessoas e os senadores, os estados. Aparentemente este método tem sido muito bem sucedido desde 1890 [1].
Sistema democrático
Na Suíça o Povo tem a última palavra sobre questões essenciais, num sistema chamado de democracia semidireta. Além do Parlamento, os cidadãos comuns podem participar da elaboração da Constituição e das leis. E os suíços não se abstém de fazê-lo [3].
Pelo menos quatro vezes por ano os cidadãos suíços recebem um envelope da Confederação Suíça, de seu Cantão ou de sua Comuna e são convocados a opinar sobre assuntos específicos.
Ao contrário das democracias representativas puras, os eleitores suíços podem se manifestar amiúde, se constituindo assim na instãncia política suprema, e não apenas episódica.
A grande maioria das votações se faz de forma secreta utilizando urnas, ou enviando envelopes fechados pelo correio. Em dois cantões ainda se utiliza o sistema de "Assembléia Popular" (Landsgemeinde), onde os cidadãos votam em praça pública, erguendo suas mãos.
Modificação da Constituição
Mediante um abaixo-assinado de cem mil pessoas (cerca de 1,34% da população), o povo suíço pode obrigar o governo a submeter à votação um novo artigo, uma emenda ou uma revisão constitucional [3]
Fiscalização e controle do parlamento
Outro instrumento muito importante da democracia semidireta suíça é o referendo, que permite aos cidadãos aceitar ou rejeitar decisões tomadas pelo Parlamento. Algumas leis requerem obrigatoriamente a consulta popular antes de entrarem em vigor; é o que se chama de referendo obrigatório. Em outros casos, os cidadãos que queiram se opor a uma determinada lei aprovada pelo Parlamento na Suíça deverão tentar reunir 50.000 assinaturas (cerca de 0,67% da população), e assim ter direito a convocar um referendo facultativo, que poderá revogar essa lei.
Uma das mais importantes consequências benéficas desse sistema de controle popular do parlamento é que esse, sabendo que uma lei depois de aprovada por ele poderá ser revogada pelo Povo, procura consultar todos os grupos da sociedade que a ela possam se opor, tentando obter um consenso o mais amplo possível antes de aprová-la.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia_direta
Lá, de fato, se faz democracia. Não era nem pra ser chamada de semidireta. Bastava apenas Democracia. Se a etimologia nos leva ao "governo do povo", por que adotar uma nomenclatura diferente quando ela é feita na sua essência?
O demônio ainda não tomou conta de tudo!
